Se o brasileiro, tendo direito à Liberdade de Expressão”, já é passado para trás, imagina sem uma imprensa livre?

O condenado Lula, populista barato, afirmou no Twitter que (caso seja eleito presidente, ressalva que ele omite), vai “regular” os meios de comunicação, eufemismo petista para o ato de censura. Acredite, pouco antes, Lula havia afirmado: “Eu não sou um cara radical.

Do esforço para neutralizar a imprensa, participa até mesmo um político da estatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, convenientemente esquecido de que boa parte de sua carreira política se desenvolveu ao abrigo de uma imprensa livre. De fato, nos arraiais lulopetistas, o que temos ouvido já há quase quatro décadas é que a grande imprensa é a espinha dorsal de uma elite que só faz conspirar contra o povo e contra a própria democracia.

No fundo, os petistas sabem que uma imprensa diversificada e autônoma dificulta a difusão de sua visão maniqueísta do mundo — nós, o bem, contra eles, o mal. Ao se apresentarem como vítimas de uma poderosa máquina cuja única finalidade é propagar falsidades, alimentam uma forma de paranoia social.

O papel da imprensa é o de exigir transparência e cobrar responsabilidades dos três ramos do governo e, cada vez mais, dos próprios partidos políticos, que em tese deveriam cumprir a mesma função. Se o jornal “The Washington Post” não tivesse encarado o desafio do caso Watergate, o então presidente Richard Nixon teria deitado e rolado em cima das instituições americanas. Na Itália, salvo melhor juízo, a imprensa parece não ter estado à altura de sua missão na Operação Mãos Limpas. No Brasil, ironia das ironias, o besteirol contra a imprensa parece estar ressurgindo justo quando a Lava-Jato começa a botar os pingos nos ís.

A imprensa está do seu lado, está do lado do povo. Não esqueça!

Amanda Sousa/Jornalista

 

 

 

 

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