Ainda conforme Funaro, os recursos seriam provenientes de caixa 2, pagos pela Odebrecht, após negociação feita pelo próprio presidente e pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha

A informação do doleiro dá força à suspeita de que o partido estava guardando dinheiro “vivo”, na Bahia, com o objetivo de utilizá-lo em campanhas eleitorais, provavelmente no próximo ano. Foi em Salvador que a Polícia Federal descobriu R$ 51 milhões, guardados dentro de malas e caixas, em um apartamento que teria sido emprestado a Geddel, segundo relato do proprietário do imóvel. Digitais do ex-ministro chegaram a ser encontradas em um dos pacotes.

Geddel, que cumpria prisão domiciliar, foi levado para Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal, na última sexta-feira (8). Já o doleiro Lúcio Funaro também está preso, desde 2016, alvo da operação Lava Jato

 

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