Joesley (JBS) diz que pagou ‘mesada em propina’ de R$ 50 mil ao longo de dois anos a senador Aécio Neves (PSDB).

Empresário garantiu à PGR que pagamentos foram solicitados pelo próprio senador e foram realizados por meio de rádio de BH da qual Aécio era sócio. Os repasses milionários estavam atrelados à futura atuação de Aécio em favor dos negócios do grupo.

Qual seria então a lógica por trás do pagamento à consultoria Projeto, de Antonio Palocci (R$ 2 milhões), da doação ao Instituto Lula (R$ 2,5 milhões) ou do patrocínio ao IDP, de Gilmar Mendes (R$ 2,1 milhões)?

O dono da JBS teria confirmado que os repasses milionários estavam atrelados à futura atuação de Aécio em favor dos negócios do grupo.

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