Os petistas, que se diziam perseguidos pelos peemedebistas, estão agora acompanhados de representantes de todos os principais partidos, governistas e oposicionistas.

A má noticia é que a fina flor da oligarquia política cearense, ferida e aterrorizada, decidiu se unir e partir para o tudo ou nada no Estado. E vamos acompanhar, passo à passo, os bastidores dessa aliança macabra, onde o povo é passado pra trás.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), voltou a admitir a possibilidade de se aliar ao governador Camilo Santana (PT) nas eleições do próximo ano. Os dois dividiram, mais uma vez, o palanque na assinatura da ordem de serviço para a construção do Hospital Regional do Vale do Jaguaribe, ontem, em Limoeiro do Norte.

Do palanque, Eunício fez sinal de “L” com os dedos para o público por mais de uma vez e disse: “Eu sou Lula”. O senador também citou o ex-presidente da República durante o discurso, a quem chamou de “grande nordestino”.

Antes aliado dos Ferreira Gomes, Eunício rompeu com o grupo nas vésperas das eleições de 2014, quando concorreu ao Governo contra Camilo Santana. Após o episódio, o senador passou a adotar discurso crítico em relação aos ex-governadores Cid e Ciro Gomes (PDT) e também a Camilo Santana.

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