“Não façam enfrentamento com a PM nem a Civil. Porque, a partir de 1º de janeiro, ou se rendem ou vão para o chão”, avisou governador eleito de São Paulo.

“Contra as Facções e o crime organizado, a partir de 1º de janeiro, a polícia vai atirar para matar”, avisa o governador eleito de São Paulo João Dória (PSDB). Com discurso mais radical, candidato ao governo de SP afirmou, no início da campanha, que, se eleito, as policias Militar e Civil iriam atirar para matar em criminosos. Essa semana o então também governador eleito Wilson Witzil (PSC) anunciou a mesma medida no Rio de Janeiro mirando Facções Criminosas.

Já aqui no Ceará, acuado, governador reeleito Camilo Santana (PT) ainda não anunciou novas medidas contra as Facções instaladas no Estado, desde 2011.

Atualmente, quatro organizações criminosas dominam o Estado. A Revista Ceará mostra como essas facções funcionam, quando surgiram, quais os perfis dos membros, quem são seus líderes e como elas atuam no Ceará.
O Comando Vermelho (CV) possui cerca de 9.056 membros e surgiu no estado do Rio de Janeiro. A Família do Norte (FDN) tem pelo menos 663 integrantes e nasceu no Amazonas. Os Guardiões do Estado (GDE) é uma facção cearense, que teve sua origem no bairro Conjunto Palmeiras, conta com cerca de 5.718 membros, e a organização paulista Primeiro Comando Capital (PCC) tem 3.230 integrantes, no Ceará.

O candidato eleito ao governo do Estado de São Paulo pelo PSDB, João Doria, afirmou que, se eleito, as polícias militar e civil vão atirar para matar os bandidos que reagirem.

“Não façam enfrentamento com a Polícia Militar nem a Civil. Porque, a partir de 1º de janeiro, ou se rendem ou vão para o chão. Se fizer o enfrentamento com a polícia e atirar, a polícia atira. E atira para matar”, disse.

 

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