Como observa o empresário Rodrigo Marinho, “nem nos piores momentos de Dilma (PT) que chegou a ter 39 ministérios, se viu uma mesa tão grande como é a de Camilo”, questiona Marinho.

O Governo do Ceará nunca se viu tão abarrotado de cargos e cabides de empregos disponíveis. Calma, não se alegre, pois a vaga disponível não é sua, é do Deputado eleito ou reeleito. Governador Camilo Santana (PT) já começou a pagar a conta de sua reeleição, como mostra a foto da primeira reunião de secretários do Estado. Camilo mais parece Jesus e seus discípulos na famosa cena da Santa Ceia. Como observa o empresário Rodrigo Marinho, “nem nos piores momentos da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) que chegou a ter 39 ministérios, se viu uma mesa tão grande como é a de Camilo”, questiona Marinho.

E veja que o Palácio do Planalto, na contra-mão do Palácio da Abolição, a partir de 1º de janeiro com seu novo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), haverá de passar de 39 ministérios para 15. Perguntar não ofende. Mas por qual razão o Ceará precisa de tanta gente paga com o dinheiro do contribuinte?

Na contra-mão do governador reeleito do Ceará Camilo Santana (PT), o governador eleito de Minas Gerais Romeu Zema (NOVO) vai iniciar gestão com corte de secretarias e cargos comissionados e a dispensa do Palácio dos governadores. Com nomes como o ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco e o empresário João Amoedo, o partido Novo criou um conselho que auxiliará o governador mineiro.

Zema foi o responsável por derrotar nas urnas caciques políticos como Aécio Neves (PSDB), a especialista em gerar crises Dilma Rousseff (PT) e o atual governador também do (PT) Pimentel. Por lá também será tudo novo.

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