Grupo ligado ao prefeito, acusa Domingos Filho (PSD) de arquitetar um golpe político para tomar o poder aliado com Camilo, Cid e Ciro (PT). O mesmo episódio ocorreu no município de Pacajus, com o prefeito também cassado Flank Chaves (PP).

Por 11 votos a 4, Câmara Municipal cassa prefeito de Tauá, Carlos Willndson (PR). O gestor foi condenado por negligência na defesa dos bens do município e por contratar empresas sem licitação para prestar serviços para o transporte escolar.

Com a decisão, o vice de Windson, Fred Rego, deverá assumir. Grupo ligado ao prefeito, acusa Domingos Filho (PSD) de arquitetar um golpe político para tomar o poder, aliado com a Camilo Santana (PT), Cid Gomes (PDT) e Ciro Gomes (PDT). O mesmo episódio ocorreu no município de Pacajus, com o prefeito também cassado Flank Chaves (PP), vindo então assumir o vice Bruno Figueiredo (PDT), acusado de planejar o Golpe contra seu aliado. No caso de Pacajus, a justiça já determinou a volta do prefeito cassado e em breve o gestor poderá retomar o cargo. É, de fato a moda pegou.

Windson havia entrado na Justiça  para suspender a sessão extraordinária hoje, (11) da Câmara Municipal, marcada para esta quarta-feira, às 10 horas, que apreciará o pedido de cassação do seu mandato. O juiz titular da 2ª Vara da Justiça de Tauá, Tadeu Trindade, também, pela 1ª Vara, negou o pedido.
Com a decisão, a sessão da Câmara de Vereadores foi mantida e convocada pelo presidente da Mesa Diretora, Luis Thomaz (PSD). São 15 vereadores e, pelo Regimento Interno da Câmara Municipal, o mandato do prefeito seria cassado com o apoio de, pelo menos, 10 votos – dois terços da composição do Legislativo Municipal.
O prefeito Carlos Windson, que estava isolado politicamente e enfrentando denúncias de má aplicação do dinheiro, irregularidades administrativas e insatisfação dos servidores municipais, tentou por meio de ações ao Tribunal de Justiça, se manter no cargo.

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